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Artigos e Publicações : Até que a morte nos separe — Silvio Felipe
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| Enviado por Silvio Lazaro Felipe Junior em 24/08/10 (95 leituras) |
Um titulo muito sugestivo , mas não vou falar sobre casais que separam-se ou sobre relacionamentos modernos. Vou falar sim sobre as cerimônias de casamento que tenho organizado ao longo destes dez anos, por conta de um convite que me foi feito pela Luciane Madureira há uns dez anos. A primeira coisa é que a gente quando vê as pessoas alinhadas para cerimônia as associa ao chic e educado ,porém, não é bem assim.Neste caso o habito não faz o monge mesmo.A roupa não faz a pessoa ficar educada , chic ou fina. O que existe de gente que conversa durante a cerimônia, fuma dentro ou na porta das igrejas, padrinhos que entram mascando chiclete ou atendem celular no meio da cerimônia é inacreditável. As roupas e cabelos são um capitulo à parte. Cabelos que não tem nada a ver com a pessoa, que forçam uma barra, cabelos armados, laqueados, roupas de cor inadequada; gordas com listras horizontais, magros com listras verticais,dourados,pratas e pretos e, apesar de tudo que tem sido falado sobre moda na televisão e nas revistas é quase impossível imaginar tais erros de performance sendo cometidos. Casais mal educados que levam os filhos “inocentes” e deixando–os soltos, correndo pela igreja, mexendo nos enfeites, gritando , chorando. É um verdadeiro circo dos horrores. O que mais assusta é que as pessoas ainda vão a essas cerimônias sem nenhum preparo para lidar com as crianças.Vai que a criança tem fome? Vai que ela queira dormir, fazer suas necessidades fisiológicas? Os pais devem estar precavidos ,pois, a igrejas geralmente não oferecem mamadeiras , fraudas, playground ou afins e isso é responsabilidade dos pais. Bom, dentro da cerimônia parece que a coisa degringola de vez, gente conversando pelos cotovelos,tirando fotos, pastores e padres com cerimônias intermináveis sem perceber que as pessoas ,em sua maioria, estão sem jantar e assim segue-se numa sucessão de fatos. Dia desses, organizei uma casamento e quando o pastor terminou a cerimônia bem curta, havia mais ou menos umas dez pessoas na igreja, as pessoas foram todas para festa sem a menor “cerimônia” e largaram os noivos lá inclusive os padrinhos. Parecia que a comida ia fugir. Noutra situação, a responsável pelo buffet teve que correr atrás de uma senhora que estava levando os arranjos embora junto com o suporte de metal. Soma–se a isso, gente atacando a mesa de frios ,como um bando de esfomeados, que bebe e passa dos limites dançando músicas que deveriam ser proibidas em casamentos como “Créu” e “Beber cair e levantar”. As pessoas bem vestidas,num dado momento, acham que podem extravasar tudo o que sentem e aí a coisa, ás vezes, perde o controle. Em suma , uma cerimônia que deveria ser tão linda para os familiares e para os noivos dependendo do que ocorre pode ter um gosto amargo para quem deveria ser homenageado. Então só resta umas dicas a serem dadas a quem vai realizar uma cerimônia de casamento; convide pessoas que realmente gostam de você e coloque tua cerimônia nas mãos de pessoas que tenham experiência no ramo,cuidado com as músicas que vão ser tocadas , cardápio , mas , principalmente, lembre-se que as pessoas não melhoram só por colocar roupas de festa, pessoas tem educação ou não. Silvio Felipe é autor, diretor, ator e cursa Letras na UNIP Sugestões e criticas :silvinhofelipe@hotmail.com
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Artigos e Publicações : Morremos um pouco a cada dia — Sílvio Felipe
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| Enviado por Silvio Lazaro Felipe Junior em 06/08/10 (84 leituras) |
É caro leitor , esse não é tema muito fácil, pois nós fugimos da morte o tempo todo e não gostamos de nada que nos lembre ou tenha cheiro de morte, aliás é por isso que nós evitamos os velórios ou ao asilo dos idosos ; porque aquelas pessoas que estão lá nos lembram o que nós invariavelmente nos tornaremos.E é por isso também, que a televisão quer gente jovem e bonita na sua programação e os atores velhos ,quando a plástica não resolve mais, recusam- se a dar o ar de sua graça.
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Artigos e Publicações : MORREMOS UM POUCO A CADA DIA- SILVIO FELIPE
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| Enviado por Silvio Lazaro Felipe Junior em 22/06/10 (93 leituras) |
É caro leitor , esse não é tema muito fácil, pois nós fugimos da morte o tempo todo e não gostamos de nada que nos lembre ou tenha cheiro de morte, aliás é por isso que nós evitamos os velórios ou ao asilo dos idosos ; porque aquelas pessoas que estão lá nos lembram o que nós invariavelmente nos tornaremos.E é por isso também, que a televisão quer gente jovem e bonita na sua programação e os atores velhos ,quando a plástica não resolve mais, recusam- se a dar o ar de sua graça. Não! Não estou falando da ditadura da beleza, em ser magro , baixo alto, olhos claros ou escuros,isso pouco importa, estou falando sobre o fim inevitável a todos nós: A MORTE.É sim, isso mesmo, aquela senhora vestida de uma toga preta com capuz e uma foice que virá puxar nossa perna! Cada dia de vida é um dia rumo à morte segundo o professor e Filósofo Leandro Karnal e o conselho dele é que nós devemos aproveitar a vida da melhor maneira possível, fazendo o carpe diem correto,ou seja, conversando com os amigos , familiares, lendo um bom livro, passeando , namorando, comendo chocolate,rindo bastante etc. Porém, morrer não está no plano do jovens, pois o que menos os preocupa é o tema morte e é essa prepotência juvenil que nos irrita tanto , a nós que já chegamos ou estamos quase na casa dos “enta”(quarenta, cinqüenta, sessenta), O que nos irrita é ver gente jovem enfiando a vida no nariz, se vendendo por tão pouco, jovens vazios de idéias.Pode ter certeza que é nesse momento que nascem os conselhos, mas, o conselho é um tipo de nostalgia , ou seja, olhamos para o que vivemos, limpamos a parte ruim é dizemos a celebre frase: -Porque no meu tempo...Meu querido se você já começou a usar essa frase, sinal que seu tempo já passou. Bom quando nascemos começa nossa evolução , ela é provocada pelo tempo.Nós vamos envelhecer, quer queiramos ou não e o que nos dá uma certa vantagem com relação aos outros seres vivos é que nós podemos planejar isso pagando INSS , fazendo um seguro de vida, comendo coisas que achamos ser saudáveis. Já que, não temos certeza de nada. A morte é o fim da evolução , a compleitude esperada , o encontro com o Criador, mais ou menos como aquele programa que passava antigamente; Cara a Cara com Marilia Gabriela, mas é lógico que você não será sabatinado pela apresentadora em questão, mas ,por Deus, ou melhor pelos seus próprios atos diante Dele; vamos nos valer aqui da teoria de Heidegger do Deus silencioso, que não interfere no nosso livre arbítrio. Morrer, em partes, é muito bom senão, teríamos pessoas se desmanchando em vida como diz minha mãe. A morte é a solução para toda a angustia da evolução pois para evoluir é necessário preocupar-se, angustiar. Sabe quando você corre muito é começa doer teu peito por que entrou ar demais e teu pulmão não estava preparado. Evoluir é isso, a evolução tenta entrar, mas você não está preparado e isso te angustia. Enfim para todos nós a morte que merecemos a morte como um novo começo. Silvio Felipe é ator, autor, diretor teatral e cursa Letras na UNIP Criticas e sugestões:silvinho felipe@hotmail.com
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Artigos e Publicações : ONDE TERMINA TUA FESTA E COMEÇA TUA DOR?
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| Enviado por Silvio Lazaro Felipe Junior em 04/02/10 (172 leituras) |
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Você sabe onde termina a FESTA e começa a DOR? Provavelmente no teu travesseiro, quando você coloca tua cabeça nele e encontra-se com você mesmo. Você percebe então, que tudo não passa de ilusão, que você nâo tem aquela beleza toda, que você não é o mais popular, que ninguém te mandou flores, que segunda-feira as contas todas baterão na tua porta. A experiência diz que esse é o melhor momento para nos auto-analisarmos e pensarmos sobre nosso papel. NÃO É NUMA FESTA QUE SE CRESCE. As festas são feitas para extravasar, divertir-se, conversar com os amigos e os momentos de solidão para nos encontramos com o nosso monstro pessoal; o EU. Esse encontro e para arrumar a casa interna, pensar sobre os sentimentos os porquês e é tempo de faxinar a casa. Não há coisa mais chata do que gente deprimida, falando de problemas ou chorando em festa. Mas onde termina a tua festa e começa a tua dor? Um caso a ser pensado, pois, encontramos pessoas que recusam a sair da “balada” URHUUUUUUU!!! Todo dia é sexta-feira, todo dia é festa, nâo tem tempo ruim. Isso nos remete ao velho ditado ”Por fora bela viola, por dentro pão bolorento” porque quando essa pessoa encontra-se com seus problemas, das duas uma, ou alguém resolve tudo para ela ou ela enche o nariz de tarja preta. GENTE FELIZ DEMAIS ME IRRITA! Acreditem, porque eu sei e você sabe, que isso não verdadeiro, ninguém é feliz o tempo todo, a felicidade vem é vai, uma oscilação entre os nossos claros e escuros, entre os nossos estados d’alma. Um indivíduo muito feliz é preocupante porque parece que ele errou na dose do “remedinho” tomou para mais ou para menos. Bom é o equilíbrio, pois não somos super-homens, não temos que lutar contra os Lex Luthors por 24 horas e nem somos os Jack Bawers tentando salvar os Estados Unidos dos pobres islâmicos com suas bombas caseiras. Tudo tem um limite aceitável, nem tanto fogo nem tanto água. Dá para ser feliz? Dá é lógico. Dá para ficar triste? Claro, faz parte de nós a tristeza como um combustível de preservação do motor. Alegria demais funde o motor do nosso corpo, pois acelera demais; a tristeza vem para dar uma esfriada quando o motor aquece. Entendem o que digo. Então, querido desobrigue-se de ficar rindo para todos, sendo feliz o tempo todo, servindo cafezinho para todo mundo, isto é, não deixe de ser educado, pois educação cabe mesmo na tristeza, mesmo na tragédia pessoal de cada um de nós. Reserve-se ao direito de nâo estar bem e reserve-se ao direito de ser feliz quando ocorrer a felicidade e você vai perceber que quando se está TRISTE aí então se é realmente FELIZ. Silvio Felipe é ator, autor , diretor de teatro e cursa Letras na UNIP Criticas e sugestões: silvinhofelipe@hotmail.com
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